viernes, 31 de octubre de 2008
domingo, 26 de octubre de 2008
MOÇO ANTI-FASCISTA É ACOITELADO POR FASCISTAS EM PONTE VEDRA
Nesta passada noite um moço antifascista de Ponte Vedra foi acoitelado por vários fascistas na cidade do Lerez. Ao parecer, e à falta de mais informaçom, os factos acontecerom quando um rapaz marroqui estava sendo agredido e humilhado por um grupo de fascistas pontevedreses, junto com algúm outro chegado da cidade de Valladolid. O moço antifascista tratou de ajudar ao rapaz marroqui ante o ataque racista e xenófobo do que estava sendo obxecto, e rematou recebindo umha coitelada nas costas.
O rapaz acoitelado atopáva-se na entrada dum pub pontevedrés, com 2 companheiros mais, quando um grupo dumhas 10 pessoas, vários vizinhos de Ponte Vedra e outros da cidade de Valladolid, começarom a increpa-lo e a insulta-lo pola sua ideología nacionalista. Ao ver que nom lhes fazia nim caso, começarom a insultar a umha das duas pessoas que o acompanhavam, um rapaz marroquí, berrando cousas como “moro de mierda”, entre outras frases. Chegados a este ponto, ao comprobar que os insultos e a agresividade iam a mais, foi quando se produziu o enfrontamento, em clara inferioridade, resultando finalmente acoitelado nas costas o rapaz pontevedrés.
O rapaz atópa-se ingresado no Hospital Montecelo de Ponte Vedra (CHOP), onde parece ser que ficará durante vários dias. Esta tarde ainda se baralhava a posibilidade de ter que intervi-lo cirurgicamente, mas dentro da gravidade dos feitos, parece que tivo sorte e está fora de perigo, mas puido ser moi sério.
Nom foi umha pelea nim umha bronca, os agresores iam armados e empregarom as suas armas contra este rapaz. Ante estes acontecementos, devemos amosar-nos firmes e respostar nas ruas ante estas agressons fascistas e racistas.
Nom o podemos consentir!!!
PAREMOS O FASCISMO!!!
NENGUMHA AGRESSOM SEM RESPOSTA!!!
ÁNIMO BRAIS
SANGUE POR SANGUE!
O rapaz acoitelado atopáva-se na entrada dum pub pontevedrés, com 2 companheiros mais, quando um grupo dumhas 10 pessoas, vários vizinhos de Ponte Vedra e outros da cidade de Valladolid, começarom a increpa-lo e a insulta-lo pola sua ideología nacionalista. Ao ver que nom lhes fazia nim caso, começarom a insultar a umha das duas pessoas que o acompanhavam, um rapaz marroquí, berrando cousas como “moro de mierda”, entre outras frases. Chegados a este ponto, ao comprobar que os insultos e a agresividade iam a mais, foi quando se produziu o enfrontamento, em clara inferioridade, resultando finalmente acoitelado nas costas o rapaz pontevedrés.
O rapaz atópa-se ingresado no Hospital Montecelo de Ponte Vedra (CHOP), onde parece ser que ficará durante vários dias. Esta tarde ainda se baralhava a posibilidade de ter que intervi-lo cirurgicamente, mas dentro da gravidade dos feitos, parece que tivo sorte e está fora de perigo, mas puido ser moi sério.
Nom foi umha pelea nim umha bronca, os agresores iam armados e empregarom as suas armas contra este rapaz. Ante estes acontecementos, devemos amosar-nos firmes e respostar nas ruas ante estas agressons fascistas e racistas.
Nom o podemos consentir!!!
PAREMOS O FASCISMO!!!
NENGUMHA AGRESSOM SEM RESPOSTA!!!
ÁNIMO BRAIS
SANGUE POR SANGUE!
viernes, 24 de octubre de 2008
REMATAM 10 MESES DE SEQUESTRO
l
Carlos Cela estará aginha de volta na Terra após um sequestro legal de dez meses
Som contadas as ocasions em que desde a intervençom anti-repressiva podemos dar notícias gratificantes. Contodo, existem e compensam quaisquer insatisfacçons. Neste caso, avondosamente. Segundo nos venhem de informar da plataforma de solidariedade com Carlos Cela, o militante do SRI sairá amanhá em liberdade do cárcere espanhol de Valdemoro. A excarceraçom produz-se após pagar umha fiança de 6000 euros. A mesma fonte que nos informa anuncia que nos próximos dias se fará umha convocatória de recebimento para o companheiro comunista e activista anti-repressivo.
Recordamos que Carlos Cela Seoane, militante galego do organismo anti-repressivo SRI, antifascista e comunista, fora detido em 23 de Janeiro deste ano no marco dumha operaçom policial desenvolvida pola ‘Guardia Civil’, segundo ela própria anunciou no seu dia, “contra o GRAPO”. Trás o unánime circo mediático organizado, vários activistas do SRI iam saindo em liberdade, como foi o caso de Xosé Luis Fernández González –mais conhecido como ‘Che’-, assim como outros militantes do organismo anti-repressivo a nível estatal.
Dez meses de dispersom
Durante o tempo que durou o sequestro –hoje cumprem-se dez meses...-, Carlos foi submetido à restriçom total de direitos e liberdades e, seguindo a política de dispersom aplicada polo PSOE, desterrado a centos de quilómetros do País, forçando ao seu contorno familiar, social e político a assumir a factura ilegal das viagens quilométricas semanais a Espanha para visitá-lo. Ao tempo que exprimimos a nossa alegria polo regresso à Terra dum luitador galego, ainda ecoam nos nossos ouvidos as palavras dum dirigente autonomista que, enquanto o instituto armado assaltava domicílios, substrazia pertenças e incomunicava dous cidadáns galegos no marco da ‘lei antiterrorista’, manifestava publicamente a sua “alegria” (sic) e “congratulaçom” (sic) polas detençons.
Anxo Quintana, que assim se chama o citado dirigente, demonstrando o seu respeito pola presunçom de inocência, afirmara aliás naquela altura que se parabenizava das detençons “à espera de resultados” (???) e que desejava que “ponham a disposiçom da justiça pessoas que violentam a convivência pacífica e a paz” (sic). Essa fe cega na versom oficial também se manifestara em Novembro de 2005, quando a meio dumha vaga repressiva em todo o País que se saldava com assaltos a domicílios e locais sociais, extorçons e a detençom e incomunicaçom de dez militantes independentistas, o citado indivíduo saira também aos meios para demonstrar a sua fidelidade e exigir “que caia sobre eles todo o peso da lei”. A ‘Operación Castiñeiras’ ficava finalmente em águas de bacalhau e @s detid@s saiam em liberdade.
Para desgraça de impostores, a nossa memória histórica –também a de curto prazo- continua activa. O tempo, sempre implacável, pujo mais umha vez cada quem no seu lugar. Contodo, neste momento, à espera de novas informaçons, só queremos dizer bem alto...
CARLOS: BEM-VIDO À TERRA!
LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS GALEGAS!
TOD@S AO RECEBIMENTO POPULAR DE CARLOS CELA!
A LUITA CONTINUA!

Carlos Cela estará aginha de volta na Terra após um sequestro legal de dez meses
Som contadas as ocasions em que desde a intervençom anti-repressiva podemos dar notícias gratificantes. Contodo, existem e compensam quaisquer insatisfacçons. Neste caso, avondosamente. Segundo nos venhem de informar da plataforma de solidariedade com Carlos Cela, o militante do SRI sairá amanhá em liberdade do cárcere espanhol de Valdemoro. A excarceraçom produz-se após pagar umha fiança de 6000 euros. A mesma fonte que nos informa anuncia que nos próximos dias se fará umha convocatória de recebimento para o companheiro comunista e activista anti-repressivo.
Recordamos que Carlos Cela Seoane, militante galego do organismo anti-repressivo SRI, antifascista e comunista, fora detido em 23 de Janeiro deste ano no marco dumha operaçom policial desenvolvida pola ‘Guardia Civil’, segundo ela própria anunciou no seu dia, “contra o GRAPO”. Trás o unánime circo mediático organizado, vários activistas do SRI iam saindo em liberdade, como foi o caso de Xosé Luis Fernández González –mais conhecido como ‘Che’-, assim como outros militantes do organismo anti-repressivo a nível estatal.
Dez meses de dispersom
Durante o tempo que durou o sequestro –hoje cumprem-se dez meses...-, Carlos foi submetido à restriçom total de direitos e liberdades e, seguindo a política de dispersom aplicada polo PSOE, desterrado a centos de quilómetros do País, forçando ao seu contorno familiar, social e político a assumir a factura ilegal das viagens quilométricas semanais a Espanha para visitá-lo. Ao tempo que exprimimos a nossa alegria polo regresso à Terra dum luitador galego, ainda ecoam nos nossos ouvidos as palavras dum dirigente autonomista que, enquanto o instituto armado assaltava domicílios, substrazia pertenças e incomunicava dous cidadáns galegos no marco da ‘lei antiterrorista’, manifestava publicamente a sua “alegria” (sic) e “congratulaçom” (sic) polas detençons.
Anxo Quintana, que assim se chama o citado dirigente, demonstrando o seu respeito pola presunçom de inocência, afirmara aliás naquela altura que se parabenizava das detençons “à espera de resultados” (???) e que desejava que “ponham a disposiçom da justiça pessoas que violentam a convivência pacífica e a paz” (sic). Essa fe cega na versom oficial também se manifestara em Novembro de 2005, quando a meio dumha vaga repressiva em todo o País que se saldava com assaltos a domicílios e locais sociais, extorçons e a detençom e incomunicaçom de dez militantes independentistas, o citado indivíduo saira também aos meios para demonstrar a sua fidelidade e exigir “que caia sobre eles todo o peso da lei”. A ‘Operación Castiñeiras’ ficava finalmente em águas de bacalhau e @s detid@s saiam em liberdade.
Para desgraça de impostores, a nossa memória histórica –também a de curto prazo- continua activa. O tempo, sempre implacável, pujo mais umha vez cada quem no seu lugar. Contodo, neste momento, à espera de novas informaçons, só queremos dizer bem alto...
CARLOS: BEM-VIDO À TERRA!
LIBERDADE PARA TODOS OS PRESOS E PRESAS POLÍTICAS GALEGAS!
TOD@S AO RECEBIMENTO POPULAR DE CARLOS CELA!
A LUITA CONTINUA!
sábado, 18 de octubre de 2008
Outra antifascista assasinada polxs nazis...OLGA D.E.P.

Alrededor de las 10 de la noche del 8 de octubre de 2008, Olga Rukosyla de 16 años fue asesinada en el distrito Sinyushina Gora de Irkutsk (Siberia). Los testigos relatan que tres jóvenes con estética nazi se acercaron a ella. Los nazis le hicieron una pregunta y la agarraron del brazo. Olga les contestó mal en respuesta a su forma de actuar. Después de esto los nazis la tiraron al suelo y la dieron patadas durante varios minutos. Un transeunte llamó a una ambulancia que trasladó a la chica al hospital. Sin embargo, Olga falleció esa misma noche.
Los amigos de Olga dicen que no pertenecía a ningún movimiento político pero que vestía con estética punk y llevaba cordones rojos en sus botas. Los cordones rojos son un símbolo del movimiento antifascista que unido a un aspecto alternativo provocan, a menudo, la agresión por parte de los nazis, lo que hace probable que esto fuera el motivo del ataque.
Los primeros sospechosos son los neonazis de Irkutsk "Boomer" y "Def". Ambos también son sospechosos del ataque contra el eco-campo de Angarsk, en julio de 2007. "Boomer" es conocido por su comportamiento anormal, agresivo, así como por colaborar con la policía.
lunes, 13 de octubre de 2008
FEDJAY D.E.P

En la mañana del 10 de Octubre de 2008, Filatov «Fedjay» Feodor Vasilevich ha muerto en el hospital por varias heridas de cuchillo. Sólo tenía 27 años.
A las 7:30 de la mañana salió a la puerta de su casa. Fue atacado por cuatro desconocidos armados con cuchillos. No hay duda de que esa gente planeó su ataque. Como resultado, habiendo recibido numerosas heridas de cuchillo, Feodor Filatov fue llevado en ambulancia al hospital. Sin recuperar el conocimiento Feodor ha muerto en el hospital.
Nosotros, amigos y camaradas, lamentamos profundamente su muerte prematura. Recordamos a Fedjay como un firme amigo y muy buena persona quien no podía pasar de las desgracias de los extranjeros o abandonar a un camarada en problemas. Fue una de las personas básicas de Moscú Trojan Skinheads, comunidad de skinheads apolíticos antirracistas de Moscú capital y provincia. Hizo tanto como nadie por el desarrollo de la escena skinhead antirracista de Rusia. No hay duda, fue asesinado por sus ideas. Su memoria vivirá eternamente en nuestros corazones.
Descansa en paz, hermano. ¡Ni olvido! ¡Ni perdón!
lunes, 29 de septiembre de 2008
4 OUTUBRO: 1as JORNADAS BAF CORUNHA

16:30
Presentaçóm BAF Corunha
Mesa-redonda: A REPRESSÓM AO ANTIFASCISMO
Lugar: L.S.O Casa das Atochas, Rua Atocha Alta 14
20:00
Concerto Antifascista: AGRESION + MENCER VERMELLO + MATXETAZO NA PARROTXA + LOS ROCKIN' KIES
Lugar: Sala La Nuit, O Temple
Preço: Bilhete anticipado 8€ / Em bilheteira 10€
Ponto de venda: PORTOBELLO DISCOS + CS GOMES GAIOSO
domingo, 28 de septiembre de 2008
ENTRADAS JÁ DISPONIVEIS
Podedes recolher a vossa entrada anticipada por 8€ para o concerto do sábado 4 de Outubro que organiça BAF Corunha em:
PORTOBELLO DISCOS(A Corunha)
CS GOMES GAIOSO(A Corunha)
PORTOBELLO DISCOS(A Corunha)
CS GOMES GAIOSO(A Corunha)
miércoles, 10 de septiembre de 2008
CONCERTO BAF CORUNHA

Aqui o cartaz do primeiro concerto que organiça BAF Corunha, o día 4 de Outubro. Dizer tambén que o dia complementara-se com palestras entre outras coussas. De contado vos deixaremos a informaçóm enteira. Animamos-vos a tudos/as a assistir a estas actividades ao igoal que agradecemos a súa difussom.
Um abraço anti-fascista.
domingo, 10 de agosto de 2008
JORNADAS PLASENZUELA
(Caceres, 29 y 30 Agosto)

Se esta organizando viaje desde Madrid solo saldra el bus si se llena hay un plazo de inscripcion abierto, el viaje (ida y vuelta)+alojamiento los 2 dias+desayuno y comida el sabado= 30€ Precio cama por noche 3€, reserva solo via mail con numero de personas confirmados. Paintball tambien solo con reserva, dependiendo numero de reservas asi saldra de precio por cabeza, precios muy economicos. Plazas para puestos limitadas, es decir que exactamente igual que lo anterior el que quiera llevar su puesto que reserve.
+ INFO: baf_suroeste@hotmail.com
miércoles, 6 de agosto de 2008
JOSEFA SEOANE RECEBEU UMHA MULTITUDINÁRIA HOMENAGEM DO POBO

Por volta de 160 pessoas assistimos no passado 26 de Julho ao acto de reconhecimento popular à activista contra a repressom Josefa Seoane Vaz, mais conhecida por ‘Pepita’ ou ‘Pépis’, umha veterana no compromisso com @s pres@s polític@s de qualquer país e na denúncia do sistema penitenciário espanhol. À celebraçom do acto na Praça das Cunchinhas seguiu umha ceia na taverna Grade da Corunha. Durante as duas partes da Homenagem produzírom-se intervençons glossando o compromisso incansável da ‘Pepita’. Assi, intervírom o advogado de pres@s polític@s, Gustavo Garcia; o militante de Ceivar, Narciso Garcia, e a ex presa comunista Fina Aramburu, recentemente excarcerada, que fijo um canto à solidariedade política com os homes e mulheres encarceradas pola sua militáncia e entregou um ramo de flores em nome dos presos e presas do PCE(r), os GRAPO e o organismo anti-repressivo SRI.
A presa independentista galega Giana Gomes também estivo presente na homenagem através dumha peça de cerámica modelada por ela para a ocasiom na prisom de Brieva (Ávila) e que foi entregue como presente à companheira homenageada. Ceia popular Trás o acto na rua, 70 pessoas assistiam a umha ceia popular organizada na taverna Grade. Ali, novamente, reiterárom-se as comunicaçons de apoio e reconhecimento colectivo à trajectória desta luitadora galega, destacando as intervençons de Pastora González, mae do preso anarquista galego Xosé Tarrío, falecido como consequência da repressom carcerária; Dáni Cao, activista de Carlos Livre Agora!, e Xavier Filgueira, ex preso independentista galego e um dos guerrilheiros que pagárom umha condena mais larga de prisom e dispersom.
Todas as intervençons destacárom o exercício de constáncia, persistência e dignidade que foi a vida de Josefa Seoane Vaz e mostrárom a determinaçom de manter umha atitude solidária no pulso com a repressom quando se venhem de cumprir seis meses do sequestro de Carlos Cela, militante do organismo anti-repressivo SRI e último filho de Josefa Seoane que se encontrava em liberdade. Comunicaçom de Ceivar O organismo popular anti-repressivo estivo presente na homenagem à ‘Pepita’ através dum breve escrito que reproduzimos a continuaçom e no que pretendemos transmitir o reconhecimento e a admiraçom que suscita nos homes e mulheres de Ceivar o exemplo vivo da companheira Josefa Seoane Vaz.
Companheiras e companheiros: Resulta muito difícil explicar em palavras quanto pode significar às vezes umha só pessoa para um povo ou para umha luita. Neste caso, quanto pode significar umha dessas mulheres que, como diria Fujam os Ventos, é como a Terra nossa e a Terra como ela é: fértil, generosa, reja, fonda e orgulhosa. Pepita Seoane representa para nós, que temos a sorte de conhece-la em muitos casos desde muito novos, quando começavamos a enredar-nos nos caminhos da luita social e política, um facho de coerência e firmeza, um modelo senlheiro de honestidade, humildade e compromisso, umha referência disso que, utilizando umha terminologia quase comercial, seria a classe extra do nosso País... Pepita Seoane é para nós umha dessas mulheres que embelecem e enchem de conteúdos as luitas e os projectos de que fam parte, que som a sua melhor garantia de autenticidade e consistência e com as que todos e todas sabemos, com absoluta certeza, que se pode ir a toda a parte...
Combater sabendo que à nossa beira caminha também umha corredora de fundo como a companheira Pepita Seoane é um dos privilégios mais altos que podemos desfrutar e achega-nos essa grata sensaçom de fazermos parte dumha luita que vem de longe e tem raizes fondas... Mulheres assi, portanto, nom deixam ninguém indiferente e som motivo de que hoje estejamos aqui gentes de tantas comarcas do País e gentes de outros países para dar-te a homenagem o reconhecimento que ganhache a pulso durante toda umha vida. Queremos rematar esta nosssa breve homenagem com um pensamento e um desejo: Sabemos que a luita é dura. O fundo do túnel aparece-nos demasiadas vezes como lonjano e inalcançável e as portagens que devemos abonar para avançar semelham às vezes impagáveis. Contodo, Pepita, exemplos como o teu, o de Carlos, Paco ou Suso, o de tantos antifascistas e independentistas galegos que agora nom podem estar aqui, mas seguro que gostariam de faze-lo, indicam um caminho e ensinam-nos que devemos assumir o repto, que luitar é das cousas que pagam a pena nesta sociedade e que é na luita onde encontramos a autenticidade e o valor real das nossas existências.
O nosso desejo íntimo é este: desejamos ser como tu, companheira e amiga, firmes, fortes, sensíveis, comprometidas, incorruptíveis, generosos, indomáveis, insubmissas, combatentes, exemplo dessa Terra que tanto se che parece e à que te pareces tanto... Confiamos em consegui-lo, Pepita, porque ainda temos por diante contigo à beira muitas mobilizaçons, muitas palestras, muitos quilómetros de estradas, muitas luitas e, sobretodo, muito tempo e muitas ganhas de apreender. Recebe sempre o nosso agradecimento por ser como és, por ser tam firme como o ferro e tam cálida como essa comarca na que um dia floreceche. Pepita: a luita continua. Estaremos cóvado com cóvado no caminho.
viernes, 25 de julio de 2008
JORNADAS ANTIFASCISTAS EM SEGOVIA
- CAMPEONATO DE FUTBOL SALA ANTIRRACISTA.En las pistas del Sotillo (La Lastrilla) el dia 26 de Julio. A las 10 de la mañana darán comienzo los primeros partidos. Para inscribirte escribe un e-mail a: coordinadora_antifa_sg@yahoo.es
Date prisa en inscribirte pues hay un tope de 16 equipos.
- COMEDOR POPULAR Y CHARLA.
– DEBATE DE LA COORDINADORA ANTIFASCISTA DE MADRID.
(La charla será después de la comida en el mismo sitio).
- A LAS 23:00 EN BAR ENJOY DJ Dr. Isi 60's (Pondrá punk y Oi!)
ORGANIZA: Coordinadora Antifascista de Segovia
jueves, 24 de julio de 2008
“PEPITA” RECEBERÁ O RECONHECIMENTO E A HOMENAGEM DO POVO GALEGO NESTE VINDOURO SABADO 26

A ninguém que esteja implicad@ na luita contra a repressom e na solidariedade com os presos e presas políticas lhe resulta alheio o nome de Josefa Seoane Vaz, mais conhecida por ‘Pepita’. Antifascista, comunista, radical nos plantejamentos, defensora activa e presencial de todas as causas justas e mae de três presos políticos galegos dispersados em três pontos distantes da geografia penitenciária do Estado espanhol, no que é mais um exemplo do nível de crueldade que o Governo espanhol reserva para os contornos familiares, sociais e políticos dos presos e presas políticas, A Pepita receberá neste sábado a homenagem do povo.
O reconhecimento popular à Josefa Seoane Vaz, ‘Pepita’, celebrará-se no seu bairro e consistirá numha homenagem a celebrar na Praça das Cunchinhas da Corunha a partir das 20:00 h. de sábado 26 de Julho. Posteriormente, celebrará-se umha ceia num estabelecimento próximo. O bono a pagar para participar nesta segunda parte do acto ‘Por umha vida de luita e resistência” é de 15€ e servirá para custear os gastos de organizaçom da homenagem popular. A assistência à ceia deve confirmar-se no correio electrónico pepitaborroka@hotmail.com.
De Ceivar aderimos com entusiasmo a esta homenagem a umha mulher que leva 30 anos percorrendo infatigável as estradas do Estado espanhol e os seus centros penitenciários para fazer chegar a solidariedade aos presos e presas políticas, sempre com essa altura de ánimo, essa combatividade, essa firmeza e essa tenrura que caracterizam à companheira Pepita e que fôrom incapazes de dobrar os carcereiros, os políticos profissionais, os juízes, os polícias e guardas civis e os repressores de toda laia. Josefa Seoane é, para nós, um exemplo e um modelo a seguir na luita contra a repressom e um facho de coerência para as actuais geraçons de militantes galeg@s.
Rematado este vindouro Dia da Pátria, animamos a toda a militáncia independentista e a todas as galegas e galegos sensíveis à defesa das liberdades democráticas, contra a repressom e à luita pola repatriaçom e a liberdade d@s pres@s polític@s galeg@s a assistirdes no 26 de Julho à homenagem popular a Josefa Seoane Vaz, ‘Pepita’, umha mulher galega da que nos orgulhamos e à que dedicamos hoje aqueles versos da cançom ‘Mulher’, de Fujam os Ventos.
“Muller, fartura de loita,
¿qué che hei decir eu, muller?
Se ti es como a terra nosa,
e a terra coma ti é”
NOM ESTAMOS TOD@S, FALTAM @S PRES@S!
QUEREMO-L@S NA CASA: REPATRIAÇOM E LIBERDADE!
O reconhecimento popular à Josefa Seoane Vaz, ‘Pepita’, celebrará-se no seu bairro e consistirá numha homenagem a celebrar na Praça das Cunchinhas da Corunha a partir das 20:00 h. de sábado 26 de Julho. Posteriormente, celebrará-se umha ceia num estabelecimento próximo. O bono a pagar para participar nesta segunda parte do acto ‘Por umha vida de luita e resistência” é de 15€ e servirá para custear os gastos de organizaçom da homenagem popular. A assistência à ceia deve confirmar-se no correio electrónico pepitaborroka@hotmail.com.
De Ceivar aderimos com entusiasmo a esta homenagem a umha mulher que leva 30 anos percorrendo infatigável as estradas do Estado espanhol e os seus centros penitenciários para fazer chegar a solidariedade aos presos e presas políticas, sempre com essa altura de ánimo, essa combatividade, essa firmeza e essa tenrura que caracterizam à companheira Pepita e que fôrom incapazes de dobrar os carcereiros, os políticos profissionais, os juízes, os polícias e guardas civis e os repressores de toda laia. Josefa Seoane é, para nós, um exemplo e um modelo a seguir na luita contra a repressom e um facho de coerência para as actuais geraçons de militantes galeg@s.
Rematado este vindouro Dia da Pátria, animamos a toda a militáncia independentista e a todas as galegas e galegos sensíveis à defesa das liberdades democráticas, contra a repressom e à luita pola repatriaçom e a liberdade d@s pres@s polític@s galeg@s a assistirdes no 26 de Julho à homenagem popular a Josefa Seoane Vaz, ‘Pepita’, umha mulher galega da que nos orgulhamos e à que dedicamos hoje aqueles versos da cançom ‘Mulher’, de Fujam os Ventos.
“Muller, fartura de loita,
¿qué che hei decir eu, muller?
Se ti es como a terra nosa,
e a terra coma ti é”
NOM ESTAMOS TOD@S, FALTAM @S PRES@S!
QUEREMO-L@S NA CASA: REPATRIAÇOM E LIBERDADE!
lunes, 21 de julio de 2008
MANIFESTAÇOM DO 25 DE JULHO PARA RECLAMAR A AUTODETERMINAÇOM DA GALIZA

Causa Galiza, plataforma social ampla e de esquerda em favor da autodeterminaçom, anima os e as soberanistas a participarem na manifestaçom que convoca para o 25 de Julho, Dia da Pátria, que vai partir às 13:30 horas da Alameda de Compostela sob a legenda “Soberania nacional”.
Por segundo ano consecutivo, Causa Galiza organiza a marcha unitária da esquerda soberanista e independentista. Numha conferência de imprensa com a presença de Pedro Alonso e Charo Lopes, integrantes da Portavozia da Causa Galiza, o colectivo apresentou hoje, na Galeria Sargadelos de Compostela, a manifestaçom que convoca este 25 de Julho, mais um ano, a todo o soberanismo de esquerdas galego.
Por segundo ano consecutivo, Causa Galiza organiza a marcha unitária da esquerda soberanista e independentista. Numha conferência de imprensa com a presença de Pedro Alonso e Charo Lopes, integrantes da Portavozia da Causa Galiza, o colectivo apresentou hoje, na Galeria Sargadelos de Compostela, a manifestaçom que convoca este 25 de Julho, mais um ano, a todo o soberanismo de esquerdas galego.
A cita vai ser às 13:30 na Alameda compostelana, e ao rematar a mesma vai realizar-se um jantar no parque de Belvis. Charo Lopes destacou a “necessidade de estender os possicionamentos do movimento soberanista perante o debate estatutário”, já que este é “cativo” e com a agenda “marcada por Espanha”, carente de auténtico debate. Por esta razom, um dos objectivos da Causa Galiza é contribuir, mediante a difussom das assembleias comarcais, a esse debate que se revela necesario para o país.
Pola sua banda, Pedro Alonso sublinhou que no actual contexto na Galiza, com “ataques como o TAV, as agressons ao sector pesqueiro, ENCE”, o único caminho é “um discurso coerente em defesa do direito de autoderminaçom”. Assim, “Causa Galiza considera preciso que no Dia da Pátria se fale claro sobre soberania nacional”. Também afirmou que “a crise que a acçom de governo nom freia pode ter consequencias mui duras para a clase trabalhadora galega” e lembrou que a Causa Galiza vai estar dedicada “à defesa activa da nossa realidade nacional em todos os ámbitos”.
Causa Galiza entende que a consecuçom do reconhecimento legal da nossa realidade nacional e de um grau de bem-estar só é possível a partir de um quadro jurídico-político próprio. Torna-se mais necessário do que nunca assumir e espalhar umha consciência crítica a respeito da realidade que nos rodeia. Denunciar activamente as desigualdades sociais que apresenta o omnipotente e omnipresente capitalismo, assumirmos a volta a umha resistência activa e firme da nossa língua, cultura, territorialidade, meio natural… como cerne de um processo real de afirmaçom e autodeterminaçom nacional. Devemos, pois, hastear umha vez mais a bandeira da estrela vermelha.
jueves, 17 de julio de 2008
CEIA NO ATREU E FESTA NO FALUJA POLXS PRESXS (Ceivar, 18 Julho)

O organismo popular anti-repressivo organizará na Crunha nesta sexta-feira 18 de Julho dous actos de solidariedade com @s 23 cidadáns e cidadás galegos que, neste momento, se encontram presos e dispersadas ao largo da geografia penitenciária espanhola. Tratará-se dumha ceia popular a celebrar no Centro Social Atreu! e umha festa que decorrerá a partir da meia-noite no Pub Faluja, regentado até a sua detençom polos militantes galegos do PCE(r) Paco Cela e Carlos Cela. Em Vigo, a ceia decorrerá no centro social Cova dos Ratos.
A ceia no Atreu! começará a partir das 21:30 h. da sexta-feira e o preço da ementa é de 4€. Após a ceia, a partir das 12:00, o bar Faluja ( Rúa Orçám ) acolherá umha festa quando se cumprem 3 anos da sua abertura, um tempo durante o que este local estivo a disposiçom de todas as iniciativas tendentes a denunciar a repressom política e, nomeadamente, a repressom policial e carcerária contra qualquer militante galego ou galega.
Com esta iniciativa, além da sua vertente económica e de financiamento do trabalho contra a repressom, de Ceivar pretendemos coesionar e potencializar a comunidade de pessoas e colectivos que em cada comarca da Galiza participam activamente na solidariedade com @s pres@s polític@s galeg@s. Aliás, logramos assi dispor dum foro regular para a informaçom dessa comunidade de pessoas e associaçons sobre a situaçom d@s noss@s pres@s e das iniciativas em curso para fazer frente às políticas penitenciárias do Estado.
Também em Vigo.
A ceia organizada em Vigo sob a legenda 'Nom estamos tod@s, faltam @s pres@s' decorrerá a partir das 21:00 h. no centro social Cova dos Ratos (Rua Romil, 3). O preço da ementa é de 5€ e podem-se mercar os bonos nos centros sociais Revolta, Faísca ou telefonando para o número 607930324.
A ceia no Atreu! começará a partir das 21:30 h. da sexta-feira e o preço da ementa é de 4€. Após a ceia, a partir das 12:00, o bar Faluja ( Rúa Orçám ) acolherá umha festa quando se cumprem 3 anos da sua abertura, um tempo durante o que este local estivo a disposiçom de todas as iniciativas tendentes a denunciar a repressom política e, nomeadamente, a repressom policial e carcerária contra qualquer militante galego ou galega.
Com esta iniciativa, além da sua vertente económica e de financiamento do trabalho contra a repressom, de Ceivar pretendemos coesionar e potencializar a comunidade de pessoas e colectivos que em cada comarca da Galiza participam activamente na solidariedade com @s pres@s polític@s galeg@s. Aliás, logramos assi dispor dum foro regular para a informaçom dessa comunidade de pessoas e associaçons sobre a situaçom d@s noss@s pres@s e das iniciativas em curso para fazer frente às políticas penitenciárias do Estado.
Também em Vigo.
A ceia organizada em Vigo sob a legenda 'Nom estamos tod@s, faltam @s pres@s' decorrerá a partir das 21:00 h. no centro social Cova dos Ratos (Rua Romil, 3). O preço da ementa é de 5€ e podem-se mercar os bonos nos centros sociais Revolta, Faísca ou telefonando para o número 607930324.
A DISPERSOM TAMBÉM É TORTURA!
LIBERDADE PRES@S POLÍTIC@S GALEG@S!
PRES@S À RUA, A LUITA CONTINUA!
sábado, 12 de julio de 2008
SOLIDARIEDADE COM BURGOS

El pasado miércoles 9 de Julio, en Burgos, cuatro jóvenes de edades comprendidas entre 17 y 23 años fueron detenidos por policías nacionales bajo falsas acusaciones y pruebas manipuladas. Bajo distintas imputaciones, fueron arrestados en sus casas o a la salida de sus respectivos trabajos, mediante un despliegue policial digno de la más peligrosa de las mafias. Tras pasar la noche en el calabozo, la fiscalía pretendía pedir la pena de prisión para los cuatro. Finalmente dos de ellos salen en libertad con cargos, el menor ha sido internado en el centro penitenciario para menores Zambrana y el cuarto INCREIBLEMENTE ha sido encarcelado preventivo y sin fianza en la penitenciaria de Burgos.
Los cargos que pesan sobre ellos es un delito de lesiones. Sin ahondar en los claroscuros jurídicos de la operación (todos los denunciantes forman parte del mismo grupo nazi), y aún pasando por encima de la presunción de inocencia, resulta DESPROPORCIONADO que a un chaval de 20 años le metan a la cárcel por esto. En una ciudad llena de caciques y especuladores donde los camellos campan a sus anchas con total impunidad (o ayuda) policial y donde el terrorismo patronal esta permitido, somos nosotros, los jóvenes antifascistas y anticapitalistas, los que somos brutalmente perseguidos, acosados y hasta agredidos por la policía y sus lacayos fascistas.
Con todo esto nos vemos obligados a responder con todas nuestras fuerzas contra el gigantesco aparato represor y, por todo esto, pedimos la máxima solidaridad con nuestros compañeros presos. Porque hoy son ellos pero mañana puedes ser tú.
SOLIDARIDAD CON LOS DOS COMPAÑEROS PRESOS
SI NOS TOCAN A UNX, NOS TOCAN A TODXS
CONTRA LA REPRESIÓN, SOLIDARIDAD Y ACCIÓN
BOTE DE RESISTENCIA: 2017 0065 1 9 0009003967 (CAJA CIRCULO)
martes, 8 de julio de 2008
CARTA DE CARLOS POR O CONCERTO NO SEU APOIO
Valdemoro 19 de Xuño do 2008
Dende dentro destes muros de cemento, ollando o ceo azul, quero atrapar as vosas miradas, quero sentir os vosos sorrisos, quero escoitar os vosos berros e abofé que esta noite o consigo. Por iso, porque aínda que vos pareza mentira e os ladróns de soños non acaden a descifrar; a pesares da censura das cartas esta noite tan especial estou convosco, por iso unha aperta moi grande, sí desas que dou eu... para @s organizadores/as do concerto gracias polo voso esforzo, para os grupos de música, gracias pola vosa solidariedade, para @s que estades asistindo gracias pola vosa presenza.
Mas sería unha aperta incompleta se nom incluira as/os outr@s ausentes, aos Davides, as Iolandas, aos Uxíos, as Gianas, as Maria José, aos Marcos, aos Santis, aos Xosé Manuel, aos Susos, aos Pacos... aos que sofren a política carcelaria e resisten; aos que están lonxe da casa e resisten, aos que están aillados dos seus propios compañeiros e resisten, aos que, apesares de todo, manteñen o puño erguido e a cabeza alta, eles tamén están esta noite aquí, tamém están!
Corren tempos duros, tempos onde as mobilizaçons obreiras son reprimidas son saña e a única saída que lles deixan é a sabotaxe e a acción directa, tempos onde as alcaldesas son encarceradas sem mais, tempos onde a solidariedade cos e coas presas políticas é condeada a penas entre 10 e 13 anos coma no recente xuizo a Gestoras... Por iso, nestes tempos duros cómpre unirse, cómpre chamar a Unidade Antifascista, cómpre non torcer a cara nen mirar para outro lado, cómpre mobilizarse ante a inxustiza.
Mirando o horizonte, vendo coma anoitece, as nubes coas diversas tonalidades... esta noite boto con vós ao ritmo da música, compartindo a vosa ledicia mas nom esquezades as e os presos politicos porque sinxelamente formamos parte de vós.
Unha aperta revolucionaria.
Carlos Cela
Dende dentro destes muros de cemento, ollando o ceo azul, quero atrapar as vosas miradas, quero sentir os vosos sorrisos, quero escoitar os vosos berros e abofé que esta noite o consigo. Por iso, porque aínda que vos pareza mentira e os ladróns de soños non acaden a descifrar; a pesares da censura das cartas esta noite tan especial estou convosco, por iso unha aperta moi grande, sí desas que dou eu... para @s organizadores/as do concerto gracias polo voso esforzo, para os grupos de música, gracias pola vosa solidariedade, para @s que estades asistindo gracias pola vosa presenza.
Mas sería unha aperta incompleta se nom incluira as/os outr@s ausentes, aos Davides, as Iolandas, aos Uxíos, as Gianas, as Maria José, aos Marcos, aos Santis, aos Xosé Manuel, aos Susos, aos Pacos... aos que sofren a política carcelaria e resisten; aos que están lonxe da casa e resisten, aos que están aillados dos seus propios compañeiros e resisten, aos que, apesares de todo, manteñen o puño erguido e a cabeza alta, eles tamén están esta noite aquí, tamém están!
Corren tempos duros, tempos onde as mobilizaçons obreiras son reprimidas son saña e a única saída que lles deixan é a sabotaxe e a acción directa, tempos onde as alcaldesas son encarceradas sem mais, tempos onde a solidariedade cos e coas presas políticas é condeada a penas entre 10 e 13 anos coma no recente xuizo a Gestoras... Por iso, nestes tempos duros cómpre unirse, cómpre chamar a Unidade Antifascista, cómpre non torcer a cara nen mirar para outro lado, cómpre mobilizarse ante a inxustiza.
Mirando o horizonte, vendo coma anoitece, as nubes coas diversas tonalidades... esta noite boto con vós ao ritmo da música, compartindo a vosa ledicia mas nom esquezades as e os presos politicos porque sinxelamente formamos parte de vós.
Unha aperta revolucionaria.
Carlos Cela
sábado, 28 de junio de 2008
CONCERTO EM APOIO A CARLOS CELA
jueves, 26 de junio de 2008
CONCENTRAÇOM ANTIRREPRESIVA (27 Junho)
Anunciamos iniciativas de rua para denunciar nesta sexta-feira as tundas recebidas por Sánti Vigo em Aranjuez.Mobilizar a indignaçom frente a sucessos como os ocorridos na prisom de Aranjuez no dia 14 na pessoa do preso independentista Sánti Vigo e assinalar a responsabilidade política do PSOE nos acontecimentos. Som os dous critérios guia que levárom a Mesa Nacional de Ceivar a chamar à mobilizaçom nesta sexta-feira 27 em várias comarcas do País. As concentraçons, além de umha resposta aos sucessos assinalados, prentendem ser um apelo a dizer “Avonda!” e um toque de atençom a umhas autoridades políticas permissivas com a vulneraçom dos mais elementares direitos humanos dos presos e presas políticas galegas. A jornada de concentraçons simultanea-se com a decisom colectiva de Giana Gomes em Ávila, Ugio Caamanho em Puerto de Santa María I e José Manuel Sanches e o próprio Santi Vigo, ambos dispersados a Aranjuez, de fazer um jejum desde as 00:00 h. até as 24:00 h. desta sexta-feira para exigir a paralisaçom de quaisquer agressons e o cessamento da série de medidas repressivas denunciadas neste portal nos últimos meses. A iniciativa complementará-se com o envio de cartas explicativas da reivindicaçom às direcçons dos respectivos centros penitenciários. Publicamos a seguir o programa desenhado polo organismo popular anti-repressivo para exigir ao PSOE e o Governo espanhol o respeito dos direitos humanos da presa e dos presos independentistas galegos:
CRUNHA
Concentraçom na Praça do Obelisco 20:30h.
LUGO
Concentraçom ante a sede da ‘Subdelegación del Gobierno de España’ Praça de Armanhá 20:00h.
OURENSE
Concentraçom ante a sede da ‘Subdelegación del Gobierno de España’ Parque de Sam Láçaro, 20:00 h.
FERROL
Difundirám-se informativamente nos próximos dias as agressons produzidas em Aranjuez.
COMPOSTELA
Concentraçom na Praça do Pam (‘Cervantes’) 20:00 h.
VIGO
Concentraçom na confluência das ruas Urzaiz e Príncipe (Barklays Bank) 20:00 h. Instalará-se umha mesa informativa desde às 10:00 AM às 24:00 PM do dia 27.
miércoles, 11 de junio de 2008
ENCONTRO ANTIFASCISTA EM VIGO
miércoles, 28 de mayo de 2008
MADRID CONVOCA ESTE DOMINGO CONCENTRACION EN REPULSA A DEMOCRACIA NACIONAL
Un comunicado de la asamblea Madrid Antifascista convoca a una concentración este domingo a las 12.00 horas en la Puerta del Sol, en repudio de una manifestación del colectivo ultraderechista Democracia Nacional Joven, anunciada con un lema populista en favor de la vivienda. Este domingo 1 de junio los nazis de Democracia Nacional Joven convocan una manifestación a las 12 en Cibeles con el lema Vivienda Social, Prioridad Nacional.
Comunicado de Madrid Antifascista
[Concentración Antifascista]
Domingo 1 de junio · Puerta del Sol
"De sobra sabemos que a esta peña no les importa lo más mínimo el problema de la vivienda, sino que ven en él un buen filón con el que convencer a la gente puteada, con un discurso que nos separa a los trabajadores en nativos e inmigrantes, facilitando de este modo que los capitalistas nos toreen, y desviando la atención de las verdaderas causas de la dificultad en el acceso a una vivienda.
Esta escoria es la misma que convocaba una manifestación el 11 de noviembre del año pasado en el barrio madrileño de Usera con el lema Contra el racismo antiespañol. A impedir esta manifestación se dirigía Carlos, cuando fue apuñalado por un militante de Democracia Nacional, que además formaba parte del ejército español.
No podemos permitir que estos grupos salgan a la calle libremente.Invitamos a todas las personas a demostrar, una vez más, que al fascismo se le combate en la calle."
FASCISTAS NO, NI EN LAS URNAS NI EN LAS CALLES.
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